segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

 Portalegre - A Esperança não está perdida

Hoje decidi que o meu passeio matinal seria direccionado  para a zona mais antiga da cidade.

Subi a partir do Semeador até ao Alentejano (que Deus haja). Anda não tinha passado por lá desde a desactivação  do café mais carismático de Portalegre. Senti-me invadida por uma grande tristeza. Tudo fachado e o edifício cada vez mais arruinado. A seguir passei pelo "Alentejano novo". De fora contemplei o interior. Foi uma sensação de desconforto o que me invadiu. O que me chamou mais a atenção foi a exiguidade do espaço e o excesso de mobiliário, mesas e cadeiras. Não vi muito mais talvez porque não estivesse de todo interessada.



Comecei então a descer a Rua do Comércio. a beleza da rua e do casario são assinalávies mas, ao mesmo tempo tem-se uma sensação de abandono. Há muitas lojas fechadas e quase não se vê vivalama, o silêncio é aterrador




De repente comecei a divisar ao fundo da rua um grupo de jovens deslocando-se ruidosamente. mais ao fundo outro e mais outro. Parecia não ter fim.

Á medida que se foram aproximando foi-me dito que eram jovens da Escola Secundária Mouzinho da Silveira que se deslocavam com os respectivos professores ao CAEP  para assistirem a uma sssão relacionada com a Matemática. Entre os professores reconheci e falei a alguns antigos colegas e a outros mais recentes e antigos alunos.

De repente a rua tinha-se transfigurado. Havia gente, ruido, movimento.
Para além das memórias talvez que se possa ainda ter esperança no futuro
 



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